Análise: a herança dos 12 anos de kirchnerismo na política econômica argentina

 ‘Lembrar a experiência passada e evitar políticas que desmantelem o processo de industrialização e inclusão social é condição para garantia do desenvolvimento’

Juan Santiago Fraschina, Revista Princípios / Opera Mundi

Ao longo da última década, contrariamente à cantilena neoliberal, a Argentina pôde realizar uma importante redução no nível de desigualdade e, simultaneamente, apresentar altas taxas de crescimento econômico. Isso foi possível já que o estímulo à demanda a partir de investimento social não apenas melhora a qualidade de vida da população e garante o pleno exercício dos direitos sociais como também gera efeitos multiplicadores positivos na economia.

Efeitos sociais e econômicos da crise da convertibilidade

No final do ano 2001, o modelo econômico neoliberal entrou numa crise terminal, depois de muitos anos de agonia, onde, juntos, a atividade econômica e os indicadores de emprego e pobreza pioravam. Em dezembro desse ano, a restrição à retirada de dinheiro em espécie, contas-correntes e poupança (o chamado “corralito”) pode ser considerada como o detonador da crise financeira, econômica e política que atravessava o país, depois de mais de uma década de políticas neoliberais sem quartel."
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