O inferno astral dos meninos-prodígio da direita: popularidade de Macron despenca


Presidente francês ganhou o apelido de "presidente dos ricos" por cortar gastos sociais ao mesmo tempo que diminuiu impostos dos milionários

 por Cynara Menezes, Socialista Morena -

Não é uma época boa para os meninos-prodígio da direita: enquanto a Argentina afunda com o “mito” Mauricio Macri, agora é a vez da França de Emmanuel Macron.

Após 15 meses de governo, a popularidade de Macron despencou 10 pontos e foi para 31%, menor que a de seu antecessor, François Hollande, durante o mesmo período no poder. O presidente perdeu dois ministros em duas semanas e enfrenta um forte revés desde que veio à tona que seu chefe de segurança, Alexandre Benalla, era o homem com capacete da tropa de choque agredindo manifestantes na rua durante o 1° de maio em Paris.



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No último dia 18 de julho o jornal Le Monde fez a revelação sobre a identidade do agressor, que aparece em um vídeo que viralizou na internet usando uma braçadeira da polícia. Embora o palácio do Eliseu tenha admitido ter conhecimento dos fatos, puniu Benalla apenas com uma suspensão. Só seria efetivamente afastado do cargo quando se descobriu que o homem de confiança de Macron também tinha alguns privilégios, como um apartamento funcional.

Outra causa da impopularidade do presidente francês foi a modificação no cálculo do imposto sobre grandes fortunas, que deixou de fora itens como iates, jatinhos, cavalos de raça e lingotes de ouro. Os mais ricos passaram a pagar menos impostos com Macron, ao mesmo tempo que o presidente fazia cortes nos programas sociais para a habitação e nas aposentadorias. Já ganhou inclusive o apelido de “presidente dos ricos”. Ou, segundo Hollande ironizou, dos “très riches” (muito ricos).

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